quinta-feira, 19 de abril de 2018

Amor com AMOR se paga...




Aquela frase clichê que já foi título de novela global, mas que caiu como uma luva para representar o sentimento que tenho em meu coração nesta noite. Escutar coisas e sentimentos bons sobre uma pessoa que você ama mais que tudo e saber que essa pessoa também transforma o ambiente em que está, levando puro amor, aquele amor que aprende no dia a dia, no não e no sim, no bom dia e no “bença”, no cafuné e no dormir segurando a mão. Principalmente saber que essa pessoa não separou ninguém, cria laços e solidifica-os, ensina o respeito e a amizade, nos mostra que o passado serve como aprendizado para evoluirmos sempre e para melhor. Que tudo que acontece tem seu propósito e só com amor, na forma de um menino de 5 anos, se paga esse amor... Só posso amar todos e todas que fazem parte da nossa vida. Só com mais amor que se paga esse amor jorrando dentro de mim. Estou amando. E não tem como ser menos. E fim. #instagood #instamood❤️ #maedemenino #reflexao #love #amor #lifeissimple #instalove #parents #pascoa

Sobre pessoas, títulos e ajuda...






Essa é minha turma do Doutorado. Ninguém nunca se topou nessa vida, só na seleção “curiando” o Lattes um do outro, e hoje trilhamos o mesmo caminho. Todos com suas lutas diárias e por saber que “não tá fácil pra ninguém”, nós nos ajudamos muito, há uma parceria admirável de viver. Temos a mesma vontade de fortalecer nossa formação para a docência. Formações diferentes e algo primordial: ouvir. Não tem aquela agonia do Mestrado em querer “falar”. Não precisamos mostrar nada. Queremos ouvir, aprender e absorver. Não há desanimo aqui, só vontade de crescer. Nos reunimos quase que exclusivamente para fazer esse registro e marcar essa etapa de nossas vidas! Obrigada colegas e avante! 🙏🏽☺️📚#doutorado #doutoradofeelings #uftoficial #ppgdr #pmw #tocantins #lifeissimple 
p.s: tinha uma foto com pose, mas eu gosto do natural.

segunda-feira, 5 de março de 2018

E começou...




Semana de grandes provações e mudanças. Nova rotina de estudos, horários e prioridades. Há tempo para tudo, eis que esperei (e ainda espero por muito coisa) e os projetos estão acontecendo. Amanhã (5/3) começa a saga para os próximos anos: o Doutorado, aguardado e planejado por 6 anos, em que outras questões prioritárias me impediram de sequer tentar. Eis que estou aqui, não sei se pronta, mas com muita vontade de realizar! E será trabalhando, frequentando as aulas, orientador lá no sul do país, com filho pequeno, família longe, coraçãozinho indefinido, mas firme e convicta que consigo! Se já tive noites de insônia com medo disso tudo? Obviamente!Mas optei por deixar as coisas acontecerem e ir resolvendo os problemas à medida que forem surgindo. Chega de ansiedade nessa vida!Que Deus me abençoe e N.S. me proteja. Amém. Amém. Amém. E lá vamos nós! 🤓📚🙃🙏🏽💻📆📖📝🔍doutorado #uft #estudos #foco #pmw #natividade #tocantins #lifeissimple #love #study #ppgdr

sexta-feira, 2 de março de 2018

Uma carta de quase amor

Não sou de falar. Sou de escrever. Desde sempre! Nesses dias por aí completamos três meses de “estamos nos conhecendo”. E estamos mesmo. O fato é que isso vai além, pois estou me reconhecendo e aprendendo contigo sensações, emoções e atitudes nunca vivenciadas. Porque sempre foi igual. Sempre me machucava. Sempre sabia onde ia dar. Sempre sofria. E, certa vez me disseram que, se você está se relacionando com alguém e isso te faz sofrer, não é para ser. Eu, particularmente, não sei o “próximo” passo e nem pressinto o que irá acontecer e até onde chegaremos. Bate uma insegurança da peste, mas apenas vivo: um dia por vez, um bom dia, um conselho, uma piadinha, um “nega” daí e um “meu bem” daqui. É leve... 
E é bom estar ao seu lado. Mesmo não fazendo nada! Me descobri planejando fazer nada contigo e fazer nada ao seu lado é muito bom. 
Pode ser cedo demais para falar sobre isso? Até pode, mas me descobri encantada por você. E a cada dia que passa me percebo apaixonada por quem você é! Por me acalmar, me trazer paz, me entender e ignorar as idiotices que eu não entendo e dou “patada”, além das pequenas coisas feitas, uma simples gentileza como aquele biscoito do Emílio antes do almoço (foi minha salvação gástrica e rendição amorosa rsrs)
Penso que não estou gostando de você apenas pelo que você é, mas pelo que sou quando estou contigo.
E como eu adoro ficar de conchinha contigo! Teus braços me transmitem segurança e confiança.
Sei que você está “fechado para balanço” e eu te entendo perfeitamente porque passei os últimos 5 anos assim... 
Mas, pelo menos, eu ainda estou na fase que se “der merda” (ainda mais depois desse texto) eu consigo superar.  Nada que algumas taças/garrafas de vinho e lenços de papel não resolvam... 
Saiba que toda vez que eu digo “bom dia”, “bom descanso”, “avisa quando chegar em casa”, “vai dar certo”, o que eu realmente estou dizendo é que gosto de você e me preocupo.
Enfim...
É uma declaração de amor?
Acho que não.
Digamos que é uma declaração de “quase amor”, declaração de admiração ou até de declaração de “tô gostando de você”, até porque nem sei se posso realmente seguir em frente com o gostar ou viver um sentimento tão nobre assim... 
Só posso afirmar que estou em busca de alguém que queira estar comigo do jeito que eu sou, sem “parecer”, apenas “ser”... e contigo, até agora, sou! Sou apenas a Poliana. Cheia de defeitos, medos, inseguranças, com pacote completo, mas também sonhos, carinho, lealdade e companheirismo.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Sobre viajar...


Viajar é conhecer histórias e pessoas. Conhecer histórias de vida, de gente simples e sincera. É conhecer também a nossa história e o que nos identifica. É conhecer pessoas que marcam tua vida e que, por mais dificuldade que passem nessa vida, não deixam de sorrir. É se encontrar e perceber que por mais que você pense que nada se resolve, tua vida está melhor do quê você imagina. É saber que cada conversa sobre qualquer coisa lhe trará lição de vida. Quase um tapa na cara de quem reclama de tudo!
É perceber o sorriso sincero do cobrador do ônibus, o único Walquenbergue da minha vida; é sorrir no meio do mar com a Carol e sua mãe Cláudia, mas que prefere ser chamada de um apelido que não lembro agora; é conhecer um paulista, dono de barraca de Praia que largou tudo e veio morar no Ceará; é conhecer o Ismael, recepcionista da pousada, sempre sorridente e meio desanimado com o verão desse ano; é conhecer a Denise, senhora que faz tranças e tatuagem de Henna para viver (aquela velha história do marido abandoná-la com os filhos e ela tomar as rédeas da casa); do jangadeiro cabeludo que já decorou meu nome e sempre me cumprimentou na praia (ficou doente no sábado e não veio trabalhar); é o seu Edvaldo do camarão que me chamava de doutora (e eu respondia: ainda não); e o garçom Shampoo, que tinha o cabelo na cintura, mas teve que cortar por causa do trabalho.
Pessoas e vidas que cruzam nossos caminhos e deixam lições.
Em cinco anos, essa foi a primeira viagem que eu planejei e vim. Não foi por obrigações familiares ou por tentar aproximações familiares. Foi simplesmente por: eu vou, nós vamos.
Não tive que engolir aparências ou fingir que estava “tudo bem”.
E tive a maior e a melhor das companhias: minha mãe e meu filho! Mãe, que topou a aventura e veio junto curtir uma praia (com filho teimoso que queria encontrar Iemanjá em todas as ondas e tudo mais).
Não sei quem lerá esse texto, mas fico consciente de que fiz o que posso, vivi o que pude e aproveito o que dá! E a maior lição dessa viagem?
Viver é mais simples do que parece... basta relevar o que passou, se entregar ao novo e sentir.
Até o próximo roteiro.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Livro Publicado - A Festa do Divino Espírito Santo!



Enfim, o livro que foi resultado da minha dissertação do Mestrado foi publicado!
Ele também é fruto do blog sobre a Festa do Divino Espírito Santo em Natividade e está tão lindo!
A obra pode ser baixada gratuitamente ou se você gosta daquele tradicional cheirinho de livro, a Editora Fi também vende o físico no site deles!

Acessem, baixem ou comprem!
Quem curte leitura e festas tradicionais vai amar..
Eu fiz essa pesquisa encantada pela devoção dos nativitanos ao Divino.

O blog com meu Diário de Campo: http://festadodivinoespritosanto-natividade.blogspot.com.br/
Segue link do link: http://www.editorafi.org/133poliana

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Homem depois dos 30: lobo em pele de cordeiro.





Imagine...
Você conhece um cara maravilhoso, divertido, adora conversar, carinhoso, trabalhador, atencioso, ele até cozinha para você, te escuta, conhece sua família e seus amigos, te ajuda em momentos delicados e voilá... depois de algum tempo de "enrolacionamento" você pergunta: vamos namorar ou assumir um compromisso?

- "Não quero namorar agora."
- "Não estou pronto para te oferecer o quê você precisa."
- "Você entendeu tudo errado".
- "Mas eu sempre deixei bem claro que não quero namorar."

Meninas (e meninos) , isso não aconteceu uma ou duas vezes, pois nos últimos 2 anos, os caras que conheci, convivi, criei borboletas no estômago e tudo mais fizeram exatamente isso..

E ao conversar com meus amigos que estão nessa faixa etária, só confirmam que "tem muita mulher no mercado (mais nova) e que não quer compromisso, porque eles vão querer?"...
Não sei em quê século eu cresci e fui criada, mas somos da mesma época, temos a mesma faixa etária e os caras agem como se tivessem 10 anos a menos.
Sério, 2017 será fechado para balanço porque não sei o quê se passa.
Temos aplicativos diversos, temos o happy hour, temos os amigos dos amigos (eu não tenho muitos, pois meus amigos são todos casados).. mas não passa disso.
Os caras estão eternamente na fase de flertar, paquerar e só...
Temos exceções, sim! Há exceção... Mas essa exceção geralmente está mais carente que você.. e digo isso porque eu sou o ser humano que mais cria expectativa! Hahahahaha

Senhor!!
Enfim.. É isso.
O lance é não dar atenção para ninguém e fazer uma coisa útil da sua vida, tipo aquele curso de idiomas que você nunca terminou. Não é mesmo Poliana?

Hahahahaha

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Quando me amei de verdade...



Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparado, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!


As novas (ou velhas) resoluções de Ano Novo...


Com vocês, 2017!
Não recordo de ter feito resoluções para 2016, 2015, 2014...
Apenas fui seguindo o fluxo e saindo de um estado de depressão. Sim, estive com depressão e nem percebi! A maternidade e todas as consequências em ter assumido ser mãe sozinha me deixou confusa, desnorteada e doente. Não por meu filho, aliás, ele que me deu forças para seguir em frente, mas sim, por todo o preconceito e descaso que mães "solteiras" sofrem todos os dias veladamente, inclusive por seus familiares e amigos!
Em 2014 eu vivi sendo carregada pelo tempo e tentando manter as aparências que tudo estava muito bem obrigada, mas não estava... por dentro eu morria aos poucos e vivia ao aprender amar meu pequeno a cada dia. Até que passei em concurso e mudei de cidade... Voltei para Palmas!
Em 2015, continuei pensando em concursos e todo meu dinheiro era comprometido com isso.. Foi um ano inteiro tentando acertar e ter uma vida (ganhar mais dinheiro) que eu não queria para mim.. Ainda lutando contra meus demônios internos da solidão, do medo e da vergonha. Mas eu tinha que ser a melhor mãe do mundo e me privei de muitas coisas por muito tempo... 
Então, resolvi que tinha que cuidar de mim, do meu coração e procurei ajuda... e encontrei! Deus foi foi suporte diário, nas minhas orações, nos meus pedidos e súplicas.. Todos os dias eu rezava e chorava para aquele sentimento e dor irem embora da minha vida.. As pessoas não me entendiam.
Aí, veio 2016.. Que como a maioria disse, para mim não foi ruim, aliás foi um ano de descobertas e oportunidades, pois descobri que poderia abrir meu coração para o amor novamente (não durou, mas pelo menos eu senti aquelas borboletas novamente), vi que tinha que resgatar minha autoestima (e por isso coloquei o implante mamário e deu muitooo certo), comecei a me exercitar, reativei minha paixão por viajar, comecei a ler mais, a pensar em concursos para a minha área (docência ou jornalista mesmo), voltei a dar aulas como professora voluntária da UFT (onde formei), escrevi artigos e caraca: publiquei um livro! Não necessariamente nessa ordem, mas aconteceu isso tudo! Sim, eu voltei a me amar, me perdoar e principalmente, não me preocupar com o julgamento das outras pessoas, pois elas simplesmente não sabem a vida que tenho e tenho certeza que não vão mover um dedo para me ajudar. Julgar é mais fácil.
Me livrei do rancor e decepção que havia pelo pai do meu filho, coloquei os pingos nos "is" judicialmente falando e pronto, resolvi minha vida... Foi como se tivesse tirado uma manada de elefantes das minhas costas. Tudo aquilo que foi acumulado de 2012 até 2015 ficou lá.. E não vai voltar mais porque não adianta você querer ensinar uma pessoa como ela deve tratar as outras e principalmente, como deve tratar um filho, pois cada um é diferente do outro e cada um só colhe aquilo que plantou, alguns com maior ou menor intensidade. Eu plantei amor e colho todos os dias os amor do meu filho.. Não quero plantar rancor por ninguém, nem por quem merece meu desprezo... não mais! Aprendi a ignorar.
Perdi meu avô também em Outubro.. Ainda não consigo digerir isso ou falar dessa experiência tão próxima com a morte. Eu não consigo analisar.
Só que 2016 também me deu a oportunidade de enxergar as pessoas: como elas se aproximam de você por puro interesse em conseguir algo e como se afastam quando as coisas não começam agradá-las.. Neste ano pude ver, quem se faz de amigo para levar vantagem, quem me usou como escudo para não ver seus próprios fracassos, quem tramou, quem tem o ego exacerbado... Enfim, 2016 foi o ano das mascaras caírem... Graças a Deus!
E mais um aprendizado: não comentar nada da minha vida pessoal, nem trabalho e planos profissionais! Deu super certo.. porém, tenho que aprimorar! Continuar não falando...
Mas, vamos falar de 2017 e da minha vontade de viver esse 2017...
No meu Instagram ele já tem até hastag: #2017dossonhos e será!
Tenho umas resoluções (bem poucas até):
- mudar para meu apartamento novo que tem até Instagram: @meu304;
- finalizar o curso de inglês e reservar dois dias da semana para essas aulas;
- trocar de carro;
- viajar para o exterior;
- continuar estudando.
- ficar mais perto da minha família

São resoluções viáveis.. 
É só manter o foco!
Que venha 2017.. 
E que de todos os anos passados só fiquem as boas lembranças e as boas pessoas..
É isso.

Feliz 2017, dos sonhos! <3 div="">

domingo, 30 de outubro de 2016

Relacionamento, porquê não?

Não estou preparada e nem disposta para namorar com ninguém... Como identifiquei isso?
Nesta semana conversei com o cara com quem estava "ficando"  e meio que apertei ele com um "preciso de algo certo, preciso de segurança, preciso namorar"...  Resultado: afugentei a pessoa. Ele foi, nesses últimos seis anos, a pessoa mais bacana e que bateu o santo comigo.. Estava sendo leve e legal..  E eu,  a insegura da galáxia, com medo de gostar dele e sofrer como o último relacionamento de fato, afugentei.. Enfim. Como cheguei nessa conclusão? Conheci um outro cara no Tinder (sim,  uso o Tinder pq não saio de casa para "caçar") e conversamos.. Conversamos.. Daí saí com ele certo dia. Ele foi reto e direto que queria namorar e tal, algo sério e família e mais: não se preocupava pelo fato de ter filho. Sinceramente? Não era tudo que eu queria  nesses últimos anos? Teoricamente, sim! Mas, com o andar da conversa eu vi todos os meus planos, viagens e projetos (doutorado em Portugal, por exemplo) sendo modificados e transformados porque o tal do relacionamento me cobraria isso... Entrei em pânico e vi que por mais queira "alguém" para relacionamento, eu não quero que ninguém atrapalhe meus planos..
Muito doido isso..  Muito fora da casinha... Coitada! Rsrs
Sinto-me  a Samantha do Sexy in the City... Na verdade sou muito Samantha..  Não quero romances eternos, quero romances breves e marcantes..  Quero histórias. Por enquanto..  Espero que seja isso que quero..
E foi exatamente nesse momento que eu me senti uma idiota por ter "pressionado" o cara mais legal que eu já conheci.. Se arrependimento matasse, já teria morrido..
E hoje, por mais que eu tenha dito para ele que "mudei de ideia", ele não vai mais me dar "moral"..
É foda..  Já aconteceu com alguém?
Sério...
Sinto-me um fracasso por isso.  Ser racional demais  não funciona.
Porque será que sempre" quis" ter alguém para namorar? Com certeza mostrar para alguém que eu também poderia ter um relacionamento.. E esse alguém são os meus ex..  (todos estão namorado).. Ou para meus pais..  Ou para a sociedade.
Na boa?! Gosto de ter minha vida sem ninguém..  Sem dividir casa,  teto,  contas, compras no supermercado.. Não quero ninguém me regulando ou falando o que devemos fazer com o "nosso"  dinheiro..
Pode ser uma visão exagerada de um relacionamento? Pode. Mas não quero passar por isso para saber.. 
Quero meu canto, meus sonhos, meus planos, minhas viagens e meus projetos..
Já divido casa com  meu filho e já está ótimo.. 
Desabafei né?
Estava precisando..
Só fico chateada por ter colocado o cara super legal para correr..  Rsrs
Poderia ter sido bacana... Uma ótima companhia para finalizar o ano.. 
Porque fevereiro, meus queridos, fevereiro tem Carnaval..  Rsrs